A Associação Cultural Macedense presta no próximo sábado, dia 22, homenagem a uma “figura” singular de Macedo de Cavaleiros. Mário Dias, ou Dom Mário como todos o tratavam, falecido em fevereiro de 2013, foi um conhecido comerciante de restauração da cidade e uma das pessoas mais dedicadas ao Fado.
A Associação Cultural Macedense presta no próximo sábado, dia 22, homenagem a uma “figura” singular de Macedo de Cavaleiros. Mário Dias, ou Dom Mário como todos o tratavam, falecido em fevereiro de 2013, foi um conhecido comerciante de restauração da cidade e uma das pessoas mais dedicadas ao Fado.
A sua morte aos 58 anos deixou o Fado macedense órfão de uma das suas mais reconhecidas vozes e de um homem que tratava a guitarra portuguesa como poucos. Dom Mário deixou também a sua marca pela solidariedade que demonstrava com os mais desprotegidos e com a associação inquestionável que teve com algumas causas.
É esta “figura” que a Associação Cultural Macedense, a preparar também um projeto de fado, quer homenagear. No Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros será recriada uma casa de fados, a que se associam mais de duas dezenas de fadistas e músicos amigos.
Fadistas: Alberto Camelo, Ana Rita Prada, Carlos Batista, Catarina Veigas, Ester Catalão, Inês Pereira, Joana Capela, Luís Liberal, Luís Neves, Luísa Maceda, Maria José Moreno, Teresa Costa, Tiago Lito, Vera Lúcia Trinchete, Virgínia Tiago e Grupo Coral Macedense.
Músicos: Bernardino Peredo (Guitarra Portuguesa) e Manuel Lopes (Viola)