São duas exposições de temas diferentes, mas que confluem no seu âmbito: a dedicação à religião e ao povo. São também inéditas, de obras e registos nunca antes mostradas ao público. Dedicadas a Cónego Melo e aos Bispos da Diocese de Bragança-Miranda, as exposições “Vida Vivida” e “Pastores de um Povo”, respetivamente, estão patentes no Museu de Arte Sacra até 17 de setembro.
“Pastores de um Povo” dedica-se aos 470 anos da Diocese de Bragança-Miranda, aos seus Bispos: “são, sobretudo, retábulos dos meus antecessores, de peças litúrgicas e dos símbolos mais identificativas do ministério episcopal dos 44 Bispos que estiveram a pastorear este povo, e daí a razão do título, que, antes de mais, são irmãos e que procuraram ser anunciadores do evangelho no território”, referiu D. José Cordeiro, Bispo da Diocese de Bragança-Miranda e que comissariou a exposição.
Estão reunidas obras da história da Diocese dispersas na Casa Episcopal e no Museu do Abade de Baçal, sede da Diocese até à implantação da República, reunidas e mostradas pela primeira vez, para que, segundo D. José Cordeiro, “possam ser vistas e estudada toda esta história, dando dignidade à memória.”
Na sala de exposições temporárias, está agora patente a exposição “Viva Vivida”. Um olhar sobre os 51 anos de sacerdócio do Cónego Melo, 41 dos quais dedicados a Macedo de Cavaleiros. É uma homenagem a Manuel Inácio de Melo, numa exposição comissariada pelo Diácono Mesquita, com um conjunto de retratos e outros objetos, que contam a história (ou várias histórias) desta personalidade que atravessa gerações de Macedenses.
