A valorização do território através do Geoturismo, esteve hoje em debate no seminário promovido no âmbito da Feira da Caça e Feira de Turismo.
A valorização do território através do Geoturismo, esteve hoje em debate no seminário promovido no âmbito da Feira da Caça e Feira de Turismo.
Na abertura, o Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, começou por desmistificar o conceito, “que vai muito para além do turismo geológico” Geoturismo é o “turismo da terra, a interação com os locais, e as sinergias geradas na criação da riqueza local”, considerou Duarte Moreno. Para o edil, “este é um caminho a que nos propomos em Macedo de Cavaleiros, num objetivo de crescimento comum, aproveitando as nossas potencialidades naturais, a geologia e os patrimónios materiais e imateriais. É por isto que apostamos no Geoparque Terras de Cavaleiros um projeto que este ano será alvo da avaliação das Redes Global e Europeia de Geoparques e, estamos crentes, em muito contribuirá para o desenvolvimento do nosso território.”
O painel foi constituído por Elizabeth Silva, Coordenadora do Fórum Português de Geoparques, Artur Sá, Professor da UTAD, António Duarte, Coordenador Executivo do Geoparque Arouca e Diamantino Pereira, Coordenador Científico do Geoparque Terras de Cavaleiros. Um grupo de oradores com grande experiência e fortes dinamizadores do Geoturismo.
Ao longo do colóquio, os agentes turísticos locais, estudantes e população, percebeu de uma forma muito mais clara, a abrangência de um território geoparque e o seu papel na dinamização e desenvolvimento sustentável, em que sobressaiu o exemplo de Arouca.
O Geoparque Terras de Cavaleiros, que apresentou candidatura à integração das Redes Global e Europeia de geoparques, e sera alvo de avaliação este ano, É de acordo com Diamantino Pereira “uma aposta de futuro, num território que tem tudo o que um geoparque deve ter e mais nenhum tem.”
Para o geólogo e docente universitário, Macedo de Cavaleiros “tem uma parte geológica, absolutamente fantástica, que atrai um nicho de turismo que é o público científico, mas que conjuga com todo o outro património cultural, natural, gastronómico ou de lazer que é aposta para atrair turistas. E o geoparque é isto mesmo, não a conservação por sis ó da natureza, mas através dela contribuir para o desenvolvimento turístico, criar emprego e riqueza.”
