Carrapatas, Carrapatas Bendito berço onde eu nasci Só eu sei quanto te quero Quando me vejo longe de ti Oh! Que saudades eu sinto De ti meu lar, terrinha querida Juro, juro que não minto Estás em meu peito Para toda a vida. Ó Carrapatas és tão mimosa És tão alegre e tão airosa Nunca a tristeza há-de chegar És minha terra, tua beleza hei-de cantar Teus lugares lindos vou evocar Para as saudades afugentar Ó Santo António casamenteiro Das moças novas e dos rapazes o padroeiro. A tua escola hoje tão florida Me preparou p´ra toda a vida Aí passei belos momentos Tudo recordo, sinto saudade dos velhos tempos Tua igrejinha mesmo no centro Vem-me à ideia quando me ausento Mas vem a festa e cá estarei Para cantar, para rezar não faltar Carrapatenses vivei unidos Compreendei-vos e sede amigos A vossa Mãe que é tão linda Se orgulhara dos filhos seus Que graça infinda. Letra: Maria da Conceição Angélico, natural de Carrapatas
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